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sábado

13

julho 2013

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Naquela Praia

Written by , Posted in Contos Eróticos

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Estávamos numa viagem de férias, hospedados em um hotel. À tarde, saímos para comer alguma coisa. Você linda de shortinho e uma camiseta bem levinha que dava para ver a silhueta dos seus seios. Ver seus mamilos durinhos por baixo da camisa me deixou doido. Mas tinha que me controlar, pois estávamos no meio da multidão. Fomos num restaurante à beira-mar, comemos um peixe com camarão, uns acompanhamentos, limão, bem gostoso e leve para podermos aproveitar depois a caminhada que tínhamos programado.

Na beira da praia ficamos caminhando, estava deserto, o céu azul, o mar enorme nos contemplando, as copas altas das árvores balançavam com o vento enquanto conversávamos aproveitando aqueles momentos únicos e especiais.

Andamos por cerca de 30 minutos até chegar numa parte da ilha totalmente deserta. Sentamos na areia encaixados um no outro. Eu de perna aberta e você na minha frente. Abraçados ficamos assim por uns minutos contemplando a natureza.

Além da natureza do mar, outra maravilha da natureza estava aos meus olhos. Você!

Encaixado a ti, eu olhava para dentro da sua camisa por cima dos seus ombros. Minha mão saiu da sua cintura e fui subindo. Você já notara a minha intenção e fui aconchegando sua cabeça nos meus ombros dando a entender que queria um beijo. Eu colei minha boca na sua, nossas línguas se entrelaçando. Minha mão a esta hora já massageava um dos seus seios enquanto a outra passeava no meio de suas pernas. Eu te pegava com gosto, sentindo seu corpo pulsar de tanto tesão. Você também me sentia pulsar nas costas, minha vontade e desejo crescendo por trás.

Eu abri seu short e coloquei minha mão, te encontrei quente e molhada, meus dedos deslizavam em você te arrancando gemidos enquanto tu mordias meus lábios. Tua mão agora me encontrava por cima do short, você me segurava com gosto e uma vontade que transcendia qualquer situação.

Ali mesmo, sem pensar em mais nada ou sem pensar se alguém poderia estar olhando, você se levantou, abaixou seu short, parada na minha frente. Estava sem calcinha por baixo, me segurou pelos cabelos e me puxou, senti teu gosto. Minha língua entrando em você, enquanto você me guiava com suas mãos. Fiz-te gozar assim lembra? Suas pernas bambearam enquanto eu te segurava com minhas mãos na polpa da sua bunda.

Você caiu sentada sobre mim, de frente, seus seios roçando no meu peito. Eu sentindo sua respiração ofegante e teu coração acelerado. Você me beijava sem parar. Levantou-se, pousou o pé no meu peito, mesmo cheio de areia e me jogou para trás. Foi se abaixando até ficar de joelhos na minha frente e foi puxando meu short até me deixar sem nada… me segurou com força e começou a me tocar, foi chegando mais perto e me engoliu inteiro, eu tremia de tesão e nervoso por alguém chegar e ver aquilo, mas a sensação era muito boa para mandar você parar.

Eu te puxei para mais perto e te fiz encaixar no meu colo, que delícia sentir ele entrando em você. A consumação do ato foi deliciosa, pois desde a noite passada nós só havíamos nos provocado. Você cravava a unha no meu ombro enquanto eu te puxava para mais perto de mim pela cintura. Dávamos longos sorrisos um para o outro enquanto vigiávamos para ver se vinha alguém. Era adrenalina pura.

A tarde ia caindo e víamos ao longe já que o entardecer já mostrava sua cara. De cima de mim, eu te virei. De quatro na areia você ficou. Eu me posicionei atrás de ti, te olhando, que delícia. Comecei a me tocar enquanto passava minha mão em você. Você ainda para me provocar, passeava seus dedos nela me torturando ainda mais. Eu não aguentei e caí de boca em ti mais uma vez. Lembro que você quase que caiu deitada na areia, mas eu te segurei e me lambuzei todo com seu mel. Colocando-te na posição de novo, eu segurei pela cintura e entrei em você. Nosso corpo tremia de vontade. Os movimentos foram ficando mais intensos e pelo seu olhar eu via o seu tesão. Você gozou mais uma vez. Assim, grudados…na areia da praia..

Agora sim, deitada, eu fiquei de joelhos te contemplando e beijei tuas costas a esta altura salgada pela maresia.

Eu me deitei ao seu lado. Você soltou um longo sorriso e me disse: “Delícia. Te amo!” Eu cheguei mais perto de você e te beijei. Ainda deitado, você se levantou, correu até a água e me mandou ficar quieto ali mesmo onde eu estava. Depois de um breve banho, somente para tirar a areia da barriga, você voltou correndo. Eu te olhava, e me sentia o homem mais feliz do mundo em ter ao meu lado a mulher mais linda que eu já havia visto na minha vida. A que eu mais desejava e queria.

Quando você chegou, eu ainda estava deitado te olhando. Você parou bem em cima de mim, abriu suas pernas, encaixada na minha cintura e foi descendo, rebolando e rindo para mim, com seus cabelos molhados e seu corpo deliciosamente salgado. Os seus seios durinhos agora eram arrepiados por tesão e pela brisa que vinha de leve do mar.

Completamente encaixada, você se abaixa e me beija. Ahhh, o nosso beijo….

E novamente começamos. Ver-te em cima de mim fazendo amor comigo, seus seios balançando. Suas mãos passeando pelo meu peito, tua feição de prazer e de vontade me deixava completamente anestesiado. Tudo completado por teu belo rosto, teus olhos, tua boca pedindo para jamais te abandonar e por aquela paisagem linda. Foi perfeito!

Os movimentos ficavam mais rítmicos, aumentamos a intensidade, você rebolava na minha cintura enquanto eu sentia que seu corpo contraía. Seus gemidos ficavam mais altos e sensuais. Você pedia para não parar, e logo ia gozar novamente. Até que segundos depois, nós dois juntos alcançamos o orgasmo. Você se contraía, enquanto eu te puxava para mais perto de mim. Começamos a rir, rir de prazer, daquela loucura, daquele sonho. E por alguns vários minutos permanecemos ali, encaixados um no outro, nos olhando, nos beijando, não pensando em nada a não ser aquele momento maravilhoso.

“Quero-te para sempre” você me dizia. “Eu sempre serei seu”, eu te respondi. E assim completamos nossa tarde.

Levantamos-nos, vestimos nossa roupa e fomos em direção à pousada que estávamos hospedados. Abraçados ou de mãos dadas caminhávamos pelos longos 30 minutos de volta.

Conto retirado do site Meus Fetiches.

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